Bom dia, dia bom!
Hoje acordei com vontade de ver e ouvir música. Sim , ver…. Tu entendeste bem. Agora com os DVDs a gente vê música.
Abro o armário e pego minha coleção de DVDs do Chico. Sim, tenho uma. Ganhei no último Natal. Tenho até uma historinha pra contar sobre isso. Na hora do amigo secreto , meu filho faz uma declaração de amor (pra mim é claro) e me dá de presente um dos dvds. Depois abro o presente do meu marido, e vejo todos os dvds da coleção. Pode! No mesmo dia alguém ganha duas vezes o que mais quer. Feliz ficou minha irmã , a dinda do meu guri. Ganhou o dvd extra.
Bom, continuando… abro e aleatoriamente pego o DVD que homenageia Tom Jobim. Bom… Nada melhor do que isso para que meu dia (um dos últimos de férias), comece como o sonho diário de dia bom. O que vejo e escuto? Um Chico (pra quem não sabe sou literalmente apaixonada por ele), lindo, doce , amigo, saudoso de um dos seus maiores parceiros. UmTom Jobim, iluminado. Palavras que dizem muito, olhares que dizem mais, risadas e brincadeiras. Escuto e vejo canções lindas. “Choro bandido, Eu te amo, Sabiá, Anos Dourados, Piano da Mangueira (meu deus isto é de uma delicadeza sem fim), Ligia. Uma delas se transforma em brincadeira cantada: Sem compromisso.
Os DVDs são shows e documentários ao mesmo tempo. Já vi todos, quando passaram da Directv, mas agora,, sou dona, posso ver quando quiser e… quando o tempo permitir. Pra quem gosta do Chico, de boa música, vale a pena ver e escutar.
Bom, tudo isso pra dizer que meu dia, hoje, mais do que nunca, valeu a pena.
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Anos Dourados ( Tom e Chico )
Parece que dizes Te amo, Maria Na fotografia Estamos felizes Te ligo afobada E deixo confissões No gravador Vai ser engraçado Se tens um novo amor Me vejo a teu lado Te amo? Não lembro Parece dezembro De um ano dourado Parece bolero Te quero, te quero Dizer que não quero Teus beijos nunca mais Teus beijos nunca mais Não sei se eu ainda Te esqueço de fato No nosso retrato Pareço tão linda Te ligo ofegante E digo confusões no gravador É desconcertante Rever o grande amor Meus olhos molhados Insanos, dezembros Mas quando eu me lembro São anos dourados Ainda te quero Bolero, nossos versos são banais Mas como eu espero Teus beijos nunca mais Teus beijos nunca mais |
Escrito por Escrito por Nanim às 16h39
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Saudades...
Mais de seiscentos quilômetros os separavam, e ela sentia muitas saudades...
Saudades de quê mesmo?
De toque... de contato físico... de pele na pele.
Na noite anterior à volta, uma palavra no telefonema encheu de "aromas" o ar do lugar onde ela estava. Cheiros de intimidade. Da intimidade deles. Mesmo tão longe um do outro.
Na viagem de volta, mesmo com a tensão da estrada (ela dirigia), em muitos momentos teve a sensação da presença dele. Como? Novamente "aromas" no ar, sensações inconfundíveis de desejo, pelo corpo todo.
Na chegada, o abraço e o beijo na boca, esperados. Na verdade desejados intensamentes desde a "palavra" da noite anterior, no telefonema. Naquele momento não havia mais nada ao redor. Só desejo, em parte saciado pela espera de outro momento.
Em momentos assim, ela entende a força da relação e se sente feliz. Muito feliz...
Nane
Escrito por Escrito por Nanim às 12h31
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